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15/01/2026
Comece o ano no azul com as cooperativas de crédito
O ano novo chega com oportunidades, mas também com responsabilidades financeiras: gastos das festas de fim de ano, férias, pagamento de impostos, despesas escolares. Uma lista de deveres que requer planejamento e organização para não comprometer o orçamento familiar e inviabilizar metas para os próximos meses. Sabe quem pode fazer a diferença nesse momento? As cooperativas de crédito, instituições financeiras que oferecem orientação e produtos adequados para ajudar a atravessar esse período do ano com equilíbrio e segurança. Além de oferecer crédito, empréstimos e outros serviços financeiros com taxas justas, as cooperativas apoiam decisões conscientes, incentivam a educação financeira e contribuem para que seus milhões de cooperados comecem o ano com as contas organizadas. Cooperada do Sicoob há 15 anos, a servidora pública aposentada Sidneia Sales destaca um dos grandes diferenciais das cooperativas em relação às instituições financeiras tradicionais: a distribuição dos resultados entre os cooperados, também chamados de sobras cooperativas. É isso mesmo! Quando uma coop de crédito fecha o ano com resultado financeiro positivo, esses recursos são distribuídos entre os cooperados de forma proporcional às operações realizadas com a cooperativa. Quanto maior o relacionamento e utilização de produtos e serviços, maior a participação. Um recurso que, segundo Sidneia, faz a diferença para o orçamento no começo do ano. “Esse dinheiro extra já me ajudou a quitar um empréstimo que precisei em um momento de problema de saúde da minha filha, já serviu para eu pagar impostos que vencem nesta época. É um recurso que ajuda bastante a não ficar no vermelho, colocar as contas em ordem e começar o ano sem dívidas”, destaca a cooperada. Ela ressalta que recebe orientação financeira da gerente de sua conta, com acompanhamento personalizado de suas demandas e sugestão de investimentos. Para Sidneia, a facilidade do crédito e os juros mais baixos do que os praticados no mercado também estão entre os principais benefícios de fazer parte de uma coop de crédito. “Quando temos uma instituição que não visa apenas o lucro, mas preza pela saúde financeira dos seus correntistas, isso pesa bastante na escolha de onde abrir uma conta. Para mim e minha família, planejamento financeiro é ter gastos conscientes. Isso significa poupar e manter, sempre que possível, as contas em dia ou até mesmo com o pagamento adiantado”, explica. Organize suas finanças Assim como Sidneia, milhões de brasileiros esperam começar o ano no azul, e, para isso, a chave é a organização estratégica, de acordo com a planejadora financeira Fernanda Miranda. Com mais de 20 anos de experiência, a especialista garante: um bom planejamento financeiro traz tranquilidade, clareza sobre o que é prioridade e até reduz conflitos familiares. “Dinheiro ainda é um tabu em muitas casas, e quando a família passa a falar sobre o assunto com mais abertura e combinados claros, o planejamento deixa de ser só ‘controle de gastos’ e vira um acordo de caminho. Falar sobre dinheiro com honestidade é, muitas vezes, o primeiro passo para se organizar de verdade”, sugere. A especialista lista 5 dicas para começar 2026 com as contas em dia: 1 - Tenha clareza do seu fluxo de dinheiro: liste tudo que entra e tudo que sai. Sem esse retrato, qualquer planejamento fica impreciso. 2 - Ajuste o que for necessário: revise despesas, principalmente as variáveis (delivery, apps, compras por impulso). Pequenos cortes bem escolhidos fazem diferença. 3 - Reorganize prioridades: dinheiro é finito. Para começar o ano no azul, é preciso escolher o que fica, o que diminui e o que pode esperar. 4 - Comece (ou retome) a reserva financeira: mesmo que seja pouco, o importante é criar o hábito e a consistência. 5 - Converse sobre dinheiro: dialogar, fazer combinados e alinhar expectativas reduz conflitos e melhora decisões. Além dessas orientações, a planejadora financeira recomenda cuidado redobrado com as despesas sazonais de janeiro e fevereiro para que esses gastos pontuais não virem dívidas que se arrastem pelo resto do ano. Fernanda aconselha cortar excessos temporariamente nos primeiros meses do ano para compensar os extras e evitar parcelamentos longos. “A regra é simples: despesas do começo do ano precisam ter começo, meio e fim; não podem virar uma conta que nos acompanhe pelos outros meses”. Outra recomendação da especialista é evitar o endividamento e tentar construir uma reserva financeira, mesmo que pequena, para amortecer imprevistos e reduzir a chance de novas dívidas. “Muita gente tem dificuldade de se organizar sozinha. Pedir ajuda de um profissional, de uma cooperativa ou de alguém de confiança pode acelerar o processo e evitar erros caros. Nesse momento, menos é mais. Nada de planilhas mirabolantes. A organização pode ser no papel, no bloco de notas do celular ou em um aplicativo simples. O mais importante é que seja prático, sustentável e caiba na rotina, porque é a consistência que muda o jogo”, sugere. Conte com as coops para o seu planejamento financeiro Em um país onde a educação financeira ainda não faz parte da formação básica da maioria das pessoas, iniciativas de consultoria e orientação financeira oferecidas pelas cooperativas de crédito são fundamentais, segundo Fernanda Miranda. Elas orientam, esclarecem e dão ferramentas práticas para que os cooperados tomem decisões mais conscientes e seguras sobre o próprio dinheiro. “A educação financeira contínua ajuda a formar hábitos, prevenir endividamento e fortalecer a autonomia financeira. No contexto cooperativista, isso tem um efeito ainda maior: um cooperado mais informado tende a se organizar melhor e a se relacionar com a instituição de forma mais saudável”, avalia. Conheça algumas iniciativas de educação financeira de cooperativas de crédito brasileiras: Sicoob Programa Financinhas: voltado para crianças de 6 a 10 anos, tem como objetivo ensinar aos pequenos sobre consumo consciente e sustentabilidade de forma lúdica e divertida. Se Liga Finanças: direcionado a jovens e microempreendedores, foca nos benefícios da boa gestão financeira para o sucesso dos pequenos negócios. Clínicas Financeiras: presenciais ou virtuais, em que orientadores financeiros esclarecem dúvidas sobre orçamento pessoal e familiar, endividamento, investimentos e outros assuntos. Sicredi Cooperação na Ponta do Lápis: oferece cursos, palestras e oficinas gratuitas sobre educação financeira com base na psicologia comportamental e na escolha consciente de adultos que buscam bem-estar e equilíbrio financeiro. Para o público infantil, o Sicredi firmou parceria com Maurício de Sousa para uma série de histórias da Turma da Mônica sobre a origem do dinheiro, orçamento familiar e outros temas. Em sua página de educação financeira, o sistema cooperativista reúne capacitações sobre o tema e uma biblioteca digital com conteúdos sobre planejamento financeiro. Ailos O Programa de Educação e Desenvolvimento da Ailos promove uma jornada de aprendizado sobre educação financeira com cursos gratuitos sobre temas como investimentos, finanças pessoais e comportamento financeiro. A Ailos também desenvolve iniciativas anualmente para a Semana Nacional de Educação Financeira (Enef) e disponibiliza todos os conteúdos para a comunidade, como dicas e orientações. Unicred Unicred.edu: programa direcionado a estudantes universitários e profissionais recém- formados, especialmente na área da saúde, com cursos sobre gestão de finanças pessoais, investimentos, empreendedorismo, marketing digital, planejamento tributário, ESG, gestão de clínicas e consultórios. UniPoupe: democratiza o acesso ao conhecimento financeiro para jovens a partir de 14 anos, com conteúdo que se destaca pela linguagem acessível e pelos conteúdos descomplicados. Vida que Prospera: programa de educação financeira para escolas, com conteúdos adaptados para crianças e adolescentes que abordam temas como poupança, planejamento e consumo consciente. Cresol A Cresol desenvolve programas como o “Juventude Conectada”, voltado a jovens de 18 a 25 anos, com educação cooperativista, financeira e profissional. No evento Circuito de Educação Financeira, o público-alvo são os cooperados. A edição mais recente debateu o tema “Brasil 2026: Crescimento, Inflação e Juros – o que você precisa saber agora”, com a presença de profissionais da área. No projeto Mesadinha e sua turma, a Cresol ensina conceitos básicos de educação financeira para crianças, como organização do dinheiro, consumo consciente, planejamento e cooperação, por meio de atividades interativas e conteúdos educativos.
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02/01/2026
Ana Maria Braga, Nath Finanças e Ed Gama escolhem o coop
Sabe o que uma das maiores apresentadoras de TV do país, uma influencer especialista em educação financeira e um humorista com mais de 2 milhões de seguidores têm em comum? Eles escolhem e recomendam produtos e serviços de cooperativas! Ana Maria Braga , Nathália Rodrigues, a Nath Finanças, e Ed Gama são os rostos da Campanha SomosCoop 2026, que apresenta o cooperativismo para os brasileiros. Este ano, o mote da ação é “Escolha o coop”, com foco no consumo consciente de produtos e serviços cooperativistas.
Ana Maria Braga é uma apresentadora consagrada e respeitada pelo público brasileiro. A artista representa confiança e sua presença vai conectar um grande número de pessoas à marca cooperativista nos meios digitais. Com um público fiel na televisão e novas gerações de fãs que acompanham seu trabalho nas redes sociais, Ana Maria tem confiabilidade para explicar aos consumidores por que produtos cooperativistas são a melhor escolha.
Nath Finanças é educadora financeira, influenciadora digital e empreendedora social, reconhecida por democratizar o acesso à educação financeira no Brasil. Ela ganhou nas redes sociais ao traduzir conceitos de finanças de forma simples e acessível, especialmente para pessoas de baixa renda.
Humorista, roteirista e influenciador digital, Ed Gama é conhecido por seu humor inteligente, que mistura observações do cotidiano com comentários sobre política, economia e comportamento. Além do sucesso na internet, ele também atua nos palcos e em projetos na televisão, consolidando seu destaque no humor contemporâneo brasileiro.
Com a escolha desses nomes para representar o coop em 2026, o objetivo é levar a mensagem do movimento para cada vez mais brasileiros, mostrando as vantagens e diferenciais de fazer negócios com inclusão e sustentabilidade.
“A ideia é associar sua imagem reconhecida à campanha, mas também utilizar sua autoridade para legitimar a mensagem do cooperativismo e mostrar, de forma prática, por que produtos e serviços de cooperativas merecem ser escolhidos”, explica Samara Araujo, gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB – entidade que representa o cooperativismo no Brasil.
Ana Maria, Nath Finanças e Ed Gama irão apresentar o coop em ações integradas em mídia digital e conteúdos especiais. Em um deles, Ed Gama irá interpretar o personagem carimbo SomosCoop fantasiado com marca, criando conteúdos bem humorados
Ao longo do ano, outros influenciadores reconhecidos pelo público brasileiro também farão parte da Campanha SomosCoop. Segundo Samara, haverá ações especiais no Dia Internacional do Cooperativismo (celebrado em julho), na Copa do Mundo e uma inserção no programa MasterChef Brasil.
Carimbo Somoscoop
O foco da campanha em 2026 é mostrar às pessoas que, ao escolher o coop, eles investem seu dinheiro em um modelo de negócios justo, colaborativo e ético, tomando uma decisão carregada de valores como cooperação, responsabilidade social, interesse pelas comunidades e compromisso com as pessoas.
Para ajudar o consumidor nessa escolha consciente, muitos produtos e serviços cooperativistas já são identificados com o carimbo SomosCoop. Em todo o país, mais de mil cooperativas utilizam a marca e a meta é ampliar esse número para consolidar ainda mais a identidade cooperativista entre os brasileiros.
Ao longo de 2026, o carimbo SomosCoop ganhará destaque com ações em supermercados e outros estabelecimentos que comercializam produtos feitos por cooperativas, em uma iniciativa que pretende fortalecer a presença do coop no dia a dia dos consumidores.
“Quando o consumidor encontrar o carimbo SomosCoop nos produtos e serviços de cooperativas, ele reconhecerá que ali existe um modelo de negócio diferente, comprometido com impactos positivos reais. Ao dar protagonismo ao carimbo SomosCoop, reforçamos sua função como um orientador de escolha, fortalecemos o reconhecimento das cooperativas e influenciamos positivamente a escolha das pessoas”, explica Samara Araujo.
Histórico
O Movimento SomosCoop foi criado em 2018 e a primeira campanha nacional foi realizada em 2020, com o tenista Gustavo Kuerten. De lá para cá, a cada ano o coop tem ampliado sua presença na mídia, fortalecido o diálogo com a sociedade e reafirmado seus valores para ganhar a confiança dos brasileiros. Clique aqui e confira o histórico da Campanha SomosCoop.
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26/12/2025
Conheça o MarketCoop, shopping virtual de produtos de cooperativas
Imagine poder escolher produtos de cooperativas de todo o país sem sair de casa. O MarketCoop, marketplace exclusivo para produtos de cooperativas brasileiras, torna isso possível ao reunir, em um único ambiente digital, itens coop de várias regiões, valorizando quem produz de forma sustentável e incentivando o consumo consciente.
A plataforma oferece mais de 200 produtos de cooperativas de Norte a Sul do Brasil, como alimentos, bebidas, cafés especiais, roupas, acessórios, peças de artesanato, ração para pets e outras opções, com garantia de origem.
“O MarketCoop é uma vitrine on-line pensada para valorizar a identidade, a qualidade e a origem cooperativa. A principal vantagem de comprar na plataforma é adquirir produtos autênticos, de qualidade e com propósito, sabendo que sua compra apoia o desenvolvimento local, a sustentabilidade e o impacto social gerado pelas cooperativas”, explica Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, entidade que representa o cooperativismo no Brasil.
Artesanato com propósito
Uma das cooperativas presentes no MarketCoop é a Bordana, de Goiânia (GO), que reúne mulheres bordadeiras na produção de peças inspiradas nas belezas naturais do Cerrado. Cerca de 30 produtos da cooperativa estão na plataforma, entre almofadas, camisetas, quadros decorativos, cadernos, bolsas, necessaires e peças artísticas de bordado livre. Cada item carrega identidade, raízes e afeto de mulheres que encontraram no cooperativismo uma alternativa para garantir sua autonomia financeira.
Para a diretora presidenta da Bordana, Celma Grace, facilitar a comercialização de produtos cooperativistas tem benefícios tanto para quem produz quanto para quem compra. “As cooperativas produzem bens com valor, história, identidade e impacto social. São produtos feitos por pessoas, por famílias, por territórios inteiros. Com o MarketCoop, ganhamos um espaço competitivo ao lado das grandes plataformas, mas com um grande diferencial: nossos produtos carregam propósito”, destaca.
Antes de iniciar as vendas no marketplace, a gestora da Bordana participou de capacitações sobre gestão comercial, e-commerce e logística, entre outros cursos, para garantir bons resultados para os negócios de sua coop. “Com o MarketCoop temos uma oportunidade real de ampliar nossa visibilidade, alcançar um público que valoriza o feito a mão e fortalecer um canal de vendas alinhado com nossos princípios e valores. Nosso objetivo é claro: gerar mais renda, mais autonomia e mais impacto social para a Bordana”, complementa Celma Grace.
Atendimento de qualidade
Qualquer pessoa pode comprar no MarketCoop, seja consumidor, empresa ou cooperativa. Já para vender, apenas cooperativas registradas no Sistema OCB podem participar. Além disso, é necessário que a coop tenha capacidade operacional para atender aos pedidos, garantindo estoque, embalagem adequada, envio dentro do prazo e uma política de trocas estruturada.
O processo de entrada na plataforma segue padrões rigorosos de análise do potencial de vendas da cooperativa, o que garante ao consumidor final uma compra rápida, segura e sem transtornos, segundo Débora Ingrisano. “Para a cooperativa, o MarketCoop oferece uma infraestrutura completa de e-commerce, visibilidade nacional e acesso a um novo canal de vendas sem necessidade de investimento próprio em tecnologia, com condições comerciais mais atrativas e acessíveis do que as praticadas no mercado. Para o consumidor, é uma escolha consciente que carrega o diferencial do propósito cooperativista: produtos com origem transparente, impacto social positivo, promoção de comunidades e valorização da economia local”, compara a gestora.
Conheça 5 produtos cooperativistas disponíveis no MarketCoop:
Café Póde Mulheres
Café 100% conilon especial produzido pelo Grupo de Mulheres e processado pela Cooperativa Cafesul, do Espírito Santo.
Bolsa com material sustentável
Produzida pela Cooperárvore (Minas Gerais), referência em moda sustentável e economia celular, a partir de materiais reutilizáveis da indústria automobilística, como tecido automotivo e cintos de segurança.
Mel Flores da Caatinga Silvestre
Direto de Pernambuco, este mel é produzido por pequenos apicultores da Cooates, cooperativa que há 25 anos gera renda e desenvolvimento local e sustentável no interior do estado.
Capa de Almofada Ipê Roxo Bordada à Mão
Produto feito por mulheres bordadeiras da Cooperativa Bordana, de Goiás, com inspiração em uma das árvores nativas mais simbólicas do Cerrado.
Ração premium para gatos
Alimento equilibrado e de alta qualidade para gatos adultos de todas as raças, produzido pela Cooperja, cooperativa de Santa Catarina reconhecida pela sustentabilidade e responsabilidade social.
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18/12/2025
E se Emily in Paris fosse coop?
E se Emily in Paris fosse coop?
Acabou a espera para os fãs da série Emily in Paris! Estreia hoje (18/12) a quinta temporada da comédia romântica que se passa no cenário idílico de Paris e tem como protagonista Emily Cooper (Lily Collins). A produção da Netflix retrata uma jovem executiva de sucesso de Chicago que se estabelece em uma agência de comunicação na capital francesa após receber uma proposta de trabalho inesperada. Mas, e se essa história fosse coop?
Será que os desafios de adaptação na nova cidade, as grandes campanhas para marcas icônicas e as aventuras com amigos pela Cidade Luz seriam diferentes se a narrativa levasse em conta o cooperativismo? Separamos uma lista de reviravoltas se Emily in Paris fosse coop:
1- A agência Savoir seria uma cooperativa de trabalho
Na segunda temporada, a renomada agência Savoir, na qual Emily trabalha, começa a apresentar problemas financeiros devido à má gestão. Uma crise financeira se instaura e a empresa é adquirida por outra. Toda essa trama difícil poderia ser diferente se a Savoir se tornasse uma cooperativa de trabalho, com transparência contábil, resultados divididos igualmente entre todos os membros e gestão democrática.
Se a Savoir fosse coop, os colaboradores não estariam competindo entre si, mas trabalhando com base em valores como ajuda mútua, responsabilidade e solidariedade. Isso porque o cooperativismo promove o benefício coletivo, participação de todos nas decisões e prosperidade para cada cooperado.
Além disso, a agência poderia trabalhar em intercooperação com outras cooperativas, ampliando a participação no mercado, compartilhando tecnologia e oferecendo serviços mais competitivos.
2- Mindy teria conta em uma cooperativa de crédito
Melhor amiga de Emily na série, Mindy (Ashley Park) é uma herdeira que se recusou a assumir os negócios da família na China para viver o sonho de ser cantora em Paris e passa por muitos apertos financeiros para se manter na cidade. Se Emily in Paris fosse coop, Mindy poderia abrir uma conta em uma cooperativa de crédito para juntar as economias de seus trabalhos como artista de rua e ter acesso a produtos e serviços financeiros mais acessíveis.
Nas cooperativas de crédito, os clientes são, ao mesmo tempo, cooperados e donos do negócio, e podem receber uma participação nos resultados no fim de cada ano. Se Mindy fosse cooperada, também teria acesso a iniciativas de educação financeira para planejar seu futuro com mais estabilidade.
3- Emily divulgaria produtos cooperativistas
Se Emily in Paris fosse coop, com certeza seu campo de trabalho seria mais vasto porque ela poderia aprofundar relacionamento com marcas que carregam propósito, apoiam negócios locais, fortalecem pequenos agricultores e outras iniciativas que promovem a economia circular e a cooperação.
A principal estratégia de divulgação seria o carimbo SomosCoop, uma marca que identifica produtos e serviços cooperativistas, deixando claro para os consumidores diferenciais do cooperativismo como garantia de origem, responsabilidade social e compromisso com o meio ambiente.
4- Emily promoveria ações sustentáveis
Em vez do mercado de luxo, se Emily in Paris fosse coop, o foco seriam ações de consumo consciente, moda circular, energias renováveis e outras ações sustentáveis. Isso porque o cooperativismo é um modelo de negócios comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma série de metas da Organização das Nações Unidas (ONU) para construir um mundo mais justo e inclusivo.
A agência de Emily poderia consumir energia renovável produzida por cooperativas, contratar coops de gestão de resíduos e utilizar veículos de cooperativas de transporte comprometidas com a mobilidade sustentável.
5- O perfil de Emily nas redes sociais seria um case de sucesso do SomosCoop
Se Emily in Paris fosse coop, sua página no Instagram seria uma referência para o movimento SomosCoop. Ela poderia fazer publicações em collab com cooperativas, divulgaria a série SomosCoop na Estrada e o podcast PodCooperar e conquistaria milhões de seguidores, ampliando a mensagem do cooperativismo.
Com seu olhar criativo, Emily visitaria cooperativas para produzir conteúdos inovadores: bastidores da produção, histórias inspiradoras de cooperados e impacto das coops em suas comunidades. Seus posts mostrariam como o cooperativismo faz a diferença, seja em Paris ou em qualquer cidade do mundo.
Quer saber mais sobre o cooperativismo? Navegue no nosso site e escolha o coop!
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15/01/2026
Comece o ano no azul com as cooperativas de crédito
O ano novo chega com oportunidades, mas também com responsabilidades financeiras: gastos das festas de fim de ano, férias, pagamento de impostos, despesas escolares. Uma lista de deveres que requer planejamento e organização para não comprometer o orçamento familiar e inviabilizar metas para os próximos meses. Sabe quem pode fazer a diferença nesse momento? As cooperativas de crédito, instituições financeiras que oferecem orientação e produtos adequados para ajudar a atravessar esse período do ano com equilíbrio e segurança.
Além de oferecer crédito, empréstimos e outros serviços financeiros com taxas justas, as cooperativas apoiam decisões conscientes, incentivam a educação financeira e contribuem para que seus milhões de cooperados comecem o ano com as contas organizadas.
Cooperada do Sicoob há 15 anos, a servidora pública aposentada Sidneia Sales destaca um dos grandes diferenciais das cooperativas em relação às instituições financeiras tradicionais: a distribuição dos resultados entre os cooperados, também chamados de sobras cooperativas. É isso mesmo! Quando uma coop de crédito fecha o ano com resultado financeiro positivo, esses recursos são distribuídos entre os cooperados de forma proporcional às operações realizadas com a cooperativa. Quanto maior o relacionamento e utilização de produtos e serviços, maior a participação.
Um recurso que, segundo Sidneia, faz a diferença para o orçamento no começo do ano. “Esse dinheiro extra já me ajudou a quitar um empréstimo que precisei em um momento de problema de saúde da minha filha, já serviu para eu pagar impostos que vencem nesta época. É um recurso que ajuda bastante a não ficar no vermelho, colocar as contas em ordem e começar o ano sem dívidas”, destaca a cooperada.
Ela ressalta que recebe orientação financeira da gerente de sua conta, com acompanhamento personalizado de suas demandas e sugestão de investimentos. Para Sidneia, a facilidade do crédito e os juros mais baixos do que os praticados no mercado também estão entre os principais benefícios de fazer parte de uma coop de crédito. “Quando temos uma instituição que não visa apenas o lucro, mas preza pela saúde financeira dos seus correntistas, isso pesa bastante na escolha de onde abrir uma conta. Para mim e minha família, planejamento financeiro é ter gastos conscientes. Isso significa poupar e manter, sempre que possível, as contas em dia ou até mesmo com o pagamento adiantado”, explica.
Organize suas finanças
Assim como Sidneia, milhões de brasileiros esperam começar o ano no azul, e, para isso, a chave é a organização estratégica, de acordo com a planejadora financeira Fernanda Miranda. Com mais de 20 anos de experiência, a especialista garante: um bom planejamento financeiro traz tranquilidade, clareza sobre o que é prioridade e até reduz conflitos familiares.
“Dinheiro ainda é um tabu em muitas casas, e quando a família passa a falar sobre o assunto com mais abertura e combinados claros, o planejamento deixa de ser só ‘controle de gastos’ e vira um acordo de caminho. Falar sobre dinheiro com honestidade é, muitas vezes, o primeiro passo para se organizar de verdade”, sugere.
A especialista lista 5 dicas para começar 2026 com as contas em dia:
1 - Tenha clareza do seu fluxo de dinheiro: liste tudo que entra e tudo que sai. Sem esse retrato, qualquer planejamento fica impreciso.
2 - Ajuste o que for necessário: revise despesas, principalmente as variáveis (delivery, apps, compras por impulso). Pequenos cortes bem escolhidos fazem diferença.
3 - Reorganize prioridades: dinheiro é finito. Para começar o ano no azul, é preciso escolher o que fica, o que diminui e o que pode esperar.
4 - Comece (ou retome) a reserva financeira: mesmo que seja pouco, o importante é criar o hábito e a consistência.
5 - Converse sobre dinheiro: dialogar, fazer combinados e alinhar expectativas reduz conflitos e melhora decisões.
Além dessas orientações, a planejadora financeira recomenda cuidado redobrado com as despesas sazonais de janeiro e fevereiro para que esses gastos pontuais não virem dívidas que se arrastem pelo resto do ano. Fernanda aconselha cortar excessos temporariamente nos primeiros meses do ano para compensar os extras e evitar parcelamentos longos. “A regra é simples: despesas do começo do ano precisam ter começo, meio e fim; não podem virar uma conta que nos acompanhe pelos outros meses”.
Outra recomendação da especialista é evitar o endividamento e tentar construir uma reserva financeira, mesmo que pequena, para amortecer imprevistos e reduzir a chance de novas dívidas. “Muita gente tem dificuldade de se organizar sozinha. Pedir ajuda de um profissional, de uma cooperativa ou de alguém de confiança pode acelerar o processo e evitar erros caros. Nesse momento, menos é mais. Nada de planilhas mirabolantes. A organização pode ser no papel, no bloco de notas do celular ou em um aplicativo simples. O mais importante é que seja prático, sustentável e caiba na rotina, porque é a consistência que muda o jogo”, sugere.
Conte com as coops para o seu planejamento financeiro
Em um país onde a educação financeira ainda não faz parte da formação básica da maioria das pessoas, iniciativas de consultoria e orientação financeira oferecidas pelas cooperativas de crédito são fundamentais, segundo Fernanda Miranda. Elas orientam, esclarecem e dão ferramentas práticas para que os cooperados tomem decisões mais conscientes e seguras sobre o próprio dinheiro.
“A educação financeira contínua ajuda a formar hábitos, prevenir endividamento e fortalecer a autonomia financeira. No contexto cooperativista, isso tem um efeito ainda maior: um cooperado mais informado tende a se organizar melhor e a se relacionar com a instituição de forma mais saudável”, avalia.
Conheça algumas iniciativas de educação financeira de cooperativas de crédito brasileiras:
Sicoob
Programa Financinhas: voltado para crianças de 6 a 10 anos, tem como objetivo ensinar aos pequenos sobre consumo consciente e sustentabilidade de forma lúdica e divertida.
Se Liga Finanças: direcionado a jovens e microempreendedores, foca nos benefícios da boa gestão financeira para o sucesso dos pequenos negócios.
Clínicas Financeiras: presenciais ou virtuais, em que orientadores financeiros esclarecem dúvidas sobre orçamento pessoal e familiar, endividamento, investimentos e outros assuntos.
Sicredi
Cooperação na Ponta do Lápis: oferece cursos, palestras e oficinas gratuitas sobre educação financeira com base na psicologia comportamental e na escolha consciente de adultos que buscam bem-estar e equilíbrio financeiro.
Para o público infantil, o Sicredi firmou parceria com Maurício de Sousa para uma série de histórias da Turma da Mônica sobre a origem do dinheiro, orçamento familiar e outros temas.
Em sua página de educação financeira, o sistema cooperativista reúne capacitações sobre o tema e uma biblioteca digital com conteúdos sobre planejamento financeiro.
Ailos
O Programa de Educação e Desenvolvimento da Ailos promove uma jornada de aprendizado sobre educação financeira com cursos gratuitos sobre temas como investimentos, finanças pessoais e comportamento financeiro.
A Ailos também desenvolve iniciativas anualmente para a Semana Nacional de Educação Financeira (Enef) e disponibiliza todos os conteúdos para a comunidade, como dicas e orientações.
Unicred
Unicred.edu: programa direcionado a estudantes universitários e profissionais recém- formados, especialmente na área da saúde, com cursos sobre gestão de finanças pessoais, investimentos, empreendedorismo, marketing digital, planejamento tributário, ESG, gestão de clínicas e consultórios.
UniPoupe: democratiza o acesso ao conhecimento financeiro para jovens a partir de 14 anos, com conteúdo que se destaca pela linguagem acessível e pelos conteúdos descomplicados.
Vida que Prospera: programa de educação financeira para escolas, com conteúdos adaptados para crianças e adolescentes que abordam temas como poupança, planejamento e consumo consciente.
Cresol
A Cresol desenvolve programas como o “Juventude Conectada”, voltado a jovens de 18 a 25 anos, com educação cooperativista, financeira e profissional.
No evento Circuito de Educação Financeira, o público-alvo são os cooperados. A edição mais recente debateu o tema “Brasil 2026: Crescimento, Inflação e Juros – o que você precisa saber agora”, com a presença de profissionais da área.
No projeto Mesadinha e sua turma, a Cresol ensina conceitos básicos de educação financeira para crianças, como organização do dinheiro, consumo consciente, planejamento e cooperação, por meio de atividades interativas e conteúdos educativos.
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08/01/2026
7 motivos para escolher o cooperativismo em 2026
O ano está começando e você pode transformar o ato de consumir em uma decisão consciente, capaz de gerar impacto social, econômico e comunitário. Sabe como? Escolhendo produtos e serviços de cooperativas! Em todo o país, elas reúnem 25,8 milhões de brasileiros, geram mais de 578 mil empregos e produzem com respeito às pessoas e ao meio ambiente.
Para que mais gente conheça esse jeito de fazer negócios, em 2026, o Sistema OCB – entidade que representa o cooperativismo no Brasil – lança a campanha Escolha o Coop. Com participações da apresentadora Ana Maria Braga e de influenciadores como Nath Finanças e Ed Gama, a ação propõe um chamado simples e direto para orientar consumidores a buscar e valorizar produtos feitos por cooperativas e serviços oferecidos por elas em vários setores da economia: de alimentos ao planejamento financeiro.
Conheça 7 motivos para escolher o coop e faça parte dessa transformação:
1 - Escolha estar presente
Quando você decide investir seu dinheiro em produtos ou serviços de cooperativas, faz uma escolha consciente que prioriza pequenos negócios, a economia circular e formas de consumo mais justas e sustentáveis. Tudo isso tem a ver com estar presente: engajar-se, participar, ouvir e agir com senso de coletividade.
2- Escolha transformar a sua comunidade
Quer ver seu bairro ou cidade crescerem, prosperarem e aumentarem a qualidade de vida? As cooperativas fortalecem os empreendimentos locais, garantindo renda para quem decidiu investir no próprio negócio e mantendo o dinheiro na comunidade, em um ciclo virtuoso de prosperidade. Além disso, elas têm compromisso com as pessoas e investem parte de seus resultados em iniciativas de responsabilidade social e ambiental, apoio a instituições locais, ações de voluntariado, além de trabalhar ativamente pelo desenvolvimento sustentável.
3- Escolha investir no futuro
As cooperativas fazem negócios sustentáveis e são parte da solução para os desafios da crise climática. Elas investem na transição para energias limpas e agricultura de baixo carbono, são protagonistas na reciclagem e logística reversa, fortalecem a bioeconomia e promovem a economia circular. Cada vez que você escolhe um produto ou serviço cooperativista, ajuda a construir um futuro mais justo e equilibrado para todos.
4- Escolha valorizar quem produz
No cooperativismo, as pessoas são o foco, e não apenas os resultados. As cooperativas fortalecem os pequenos produtores, ampliam seu poder de negociação e garantem novos mercados e preços justos para seus produtos. Além disso, com geração de renda e oportunidades, elas viabilizam a permanência das pessoas em suas comunidades, valorizando territórios e melhorando a qualidade de vida local.
5- Escolha um mundo melhor
As cooperativas contribuem diretamente para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), metas da Organização das Nações Unidas (ONU) para construir um mundo mais justo e sustentável até 2030. As coops ajudam a combater a fome e a insegurança alimentar, promovem a saúde, a educação e a participação feminina, estimulam o consumo consciente, lideram ações de combate às mudanças climáticas, entre outras ações alinhadas à agenda global. Cada vez que você escolhe um produto ou serviço de uma cooperativa, apoia um modelo que entrega resultados concretos para os ODS e colabora para um futuro mais próspero e inclusivo.
6- Escolha compartilhar
O cooperativismo é um modelo econômico baseado na colaboração e na união entre pessoas que se reúnem em busca do desenvolvimento econômico e social individual e de suas comunidades. As cooperativas colocam em prática o ato de compartilhar por meio da gestão democrática, decisões tomadas em assembleias e interesses construídos de forma coletiva. Escolha o coop e faça parte de um movimento que valoriza a participação e transforma o trabalho coletivo em resultados reais para todos.
7 - Escolha credibilidade
Mais da metade das cooperativas brasileiras têm mais de 20 anos de atuação no mercado, uma prova de solidez em um cenário em que apenas um terço das empresas duram mais que cinco anos. A longevidade e confiabilidade refletem um modelo econômico orientado para o longo, com gestão responsável e compromisso com as pessoas. Ao escolher produtos e serviços de cooperativas, você confia em instituições que atravessam gerações, mantêm estabilidade mesmo em cenários desafiadores e constroem relações duradouras com suas comunidades.
Para ajudar os consumidores a colocar em prática essa escolha consciente, o Sistema OCB criou o carimbo SomosCoop, uma marca que identifica produtos e serviços de cooperativas e garante que o que você está comprando é socialmente justo e produzido de forma sustentável. O carimbo SomosCoop está nas prateleiras dos supermercados – em embalagens de produtos como café, lácteos, carnes, frutas, vinhos, sucos – nas agências das cooperativas de crédito, nas unidades de atendimento das coops de saúde e também pelas ruas e estradas do país, em carros e caminhões de cooperativas de transporte. Além disso, o MarketCoop, marketplace exclusivo para produtos de cooperativas brasileiras, reúne na mesma plataforma itens coop de várias regiões, valorizando quem produz de forma sustentável e incentivando o consumo consciente. O e-commerce oferece mais de 200 produtos de cooperativas de Norte a Sul do Brasil, como alimentos, bebidas, cafés especiais, roupas, acessórios, peças de artesanato, ração para pets e outras opções.
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02/01/2026
Ana Maria Braga, Nath Finanças e Ed Gama escolhem o coop
Sabe o que uma das maiores apresentadoras de TV do país, uma influencer especialista em educação financeira e um humorista com mais de 2 milhões de seguidores têm em comum? Eles escolhem e recomendam produtos e serviços de cooperativas! Ana Maria Braga , Nathália Rodrigues, a Nath Finanças, e Ed Gama são os rostos da Campanha SomosCoop 2026, que apresenta o cooperativismo para os brasileiros. Este ano, o mote da ação é “Escolha o coop”, com foco no consumo consciente de produtos e serviços cooperativistas.
Ana Maria Braga é uma apresentadora consagrada e respeitada pelo público brasileiro. A artista representa confiança e sua presença vai conectar um grande número de pessoas à marca cooperativista nos meios digitais. Com um público fiel na televisão e novas gerações de fãs que acompanham seu trabalho nas redes sociais, Ana Maria tem confiabilidade para explicar aos consumidores por que produtos cooperativistas são a melhor escolha.
Nath Finanças é educadora financeira, influenciadora digital e empreendedora social, reconhecida por democratizar o acesso à educação financeira no Brasil. Ela ganhou nas redes sociais ao traduzir conceitos de finanças de forma simples e acessível, especialmente para pessoas de baixa renda.
Humorista, roteirista e influenciador digital, Ed Gama é conhecido por seu humor inteligente, que mistura observações do cotidiano com comentários sobre política, economia e comportamento. Além do sucesso na internet, ele também atua nos palcos e em projetos na televisão, consolidando seu destaque no humor contemporâneo brasileiro.
Com a escolha desses nomes para representar o coop em 2026, o objetivo é levar a mensagem do movimento para cada vez mais brasileiros, mostrando as vantagens e diferenciais de fazer negócios com inclusão e sustentabilidade.
“A ideia é associar sua imagem reconhecida à campanha, mas também utilizar sua autoridade para legitimar a mensagem do cooperativismo e mostrar, de forma prática, por que produtos e serviços de cooperativas merecem ser escolhidos”, explica Samara Araujo, gerente de Comunicação e Marketing do Sistema OCB – entidade que representa o cooperativismo no Brasil.
Ana Maria, Nath Finanças e Ed Gama irão apresentar o coop em ações integradas em mídia digital e conteúdos especiais. Em um deles, Ed Gama irá interpretar o personagem carimbo SomosCoop fantasiado com marca, criando conteúdos bem humorados
Ao longo do ano, outros influenciadores reconhecidos pelo público brasileiro também farão parte da Campanha SomosCoop. Segundo Samara, haverá ações especiais no Dia Internacional do Cooperativismo (celebrado em julho), na Copa do Mundo e uma inserção no programa MasterChef Brasil.
Carimbo Somoscoop
O foco da campanha em 2026 é mostrar às pessoas que, ao escolher o coop, eles investem seu dinheiro em um modelo de negócios justo, colaborativo e ético, tomando uma decisão carregada de valores como cooperação, responsabilidade social, interesse pelas comunidades e compromisso com as pessoas.
Para ajudar o consumidor nessa escolha consciente, muitos produtos e serviços cooperativistas já são identificados com o carimbo SomosCoop. Em todo o país, mais de mil cooperativas utilizam a marca e a meta é ampliar esse número para consolidar ainda mais a identidade cooperativista entre os brasileiros.
Ao longo de 2026, o carimbo SomosCoop ganhará destaque com ações em supermercados e outros estabelecimentos que comercializam produtos feitos por cooperativas, em uma iniciativa que pretende fortalecer a presença do coop no dia a dia dos consumidores.
“Quando o consumidor encontrar o carimbo SomosCoop nos produtos e serviços de cooperativas, ele reconhecerá que ali existe um modelo de negócio diferente, comprometido com impactos positivos reais. Ao dar protagonismo ao carimbo SomosCoop, reforçamos sua função como um orientador de escolha, fortalecemos o reconhecimento das cooperativas e influenciamos positivamente a escolha das pessoas”, explica Samara Araujo.
Histórico
O Movimento SomosCoop foi criado em 2018 e a primeira campanha nacional foi realizada em 2020, com o tenista Gustavo Kuerten. De lá para cá, a cada ano o coop tem ampliado sua presença na mídia, fortalecido o diálogo com a sociedade e reafirmado seus valores para ganhar a confiança dos brasileiros. Clique aqui e confira o histórico da Campanha SomosCoop.
Notícias
26/12/2025
Conheça o MarketCoop, shopping virtual de produtos de cooperativas
Imagine poder escolher produtos de cooperativas de todo o país sem sair de casa. O MarketCoop, marketplace exclusivo para produtos de cooperativas brasileiras, torna isso possível ao reunir, em um único ambiente digital, itens coop de várias regiões, valorizando quem produz de forma sustentável e incentivando o consumo consciente.
A plataforma oferece mais de 200 produtos de cooperativas de Norte a Sul do Brasil, como alimentos, bebidas, cafés especiais, roupas, acessórios, peças de artesanato, ração para pets e outras opções, com garantia de origem.
“O MarketCoop é uma vitrine on-line pensada para valorizar a identidade, a qualidade e a origem cooperativa. A principal vantagem de comprar na plataforma é adquirir produtos autênticos, de qualidade e com propósito, sabendo que sua compra apoia o desenvolvimento local, a sustentabilidade e o impacto social gerado pelas cooperativas”, explica Débora Ingrisano, gerente de Desenvolvimento de Cooperativas do Sistema OCB, entidade que representa o cooperativismo no Brasil.
Artesanato com propósito
Uma das cooperativas presentes no MarketCoop é a Bordana, de Goiânia (GO), que reúne mulheres bordadeiras na produção de peças inspiradas nas belezas naturais do Cerrado. Cerca de 30 produtos da cooperativa estão na plataforma, entre almofadas, camisetas, quadros decorativos, cadernos, bolsas, necessaires e peças artísticas de bordado livre. Cada item carrega identidade, raízes e afeto de mulheres que encontraram no cooperativismo uma alternativa para garantir sua autonomia financeira.
Para a diretora presidenta da Bordana, Celma Grace, facilitar a comercialização de produtos cooperativistas tem benefícios tanto para quem produz quanto para quem compra. “As cooperativas produzem bens com valor, história, identidade e impacto social. São produtos feitos por pessoas, por famílias, por territórios inteiros. Com o MarketCoop, ganhamos um espaço competitivo ao lado das grandes plataformas, mas com um grande diferencial: nossos produtos carregam propósito”, destaca.
Antes de iniciar as vendas no marketplace, a gestora da Bordana participou de capacitações sobre gestão comercial, e-commerce e logística, entre outros cursos, para garantir bons resultados para os negócios de sua coop. “Com o MarketCoop temos uma oportunidade real de ampliar nossa visibilidade, alcançar um público que valoriza o feito a mão e fortalecer um canal de vendas alinhado com nossos princípios e valores. Nosso objetivo é claro: gerar mais renda, mais autonomia e mais impacto social para a Bordana”, complementa Celma Grace.
Atendimento de qualidade
Qualquer pessoa pode comprar no MarketCoop, seja consumidor, empresa ou cooperativa. Já para vender, apenas cooperativas registradas no Sistema OCB podem participar. Além disso, é necessário que a coop tenha capacidade operacional para atender aos pedidos, garantindo estoque, embalagem adequada, envio dentro do prazo e uma política de trocas estruturada.
O processo de entrada na plataforma segue padrões rigorosos de análise do potencial de vendas da cooperativa, o que garante ao consumidor final uma compra rápida, segura e sem transtornos, segundo Débora Ingrisano. “Para a cooperativa, o MarketCoop oferece uma infraestrutura completa de e-commerce, visibilidade nacional e acesso a um novo canal de vendas sem necessidade de investimento próprio em tecnologia, com condições comerciais mais atrativas e acessíveis do que as praticadas no mercado. Para o consumidor, é uma escolha consciente que carrega o diferencial do propósito cooperativista: produtos com origem transparente, impacto social positivo, promoção de comunidades e valorização da economia local”, compara a gestora.
Conheça 5 produtos cooperativistas disponíveis no MarketCoop:
Café Póde Mulheres
Café 100% conilon especial produzido pelo Grupo de Mulheres e processado pela Cooperativa Cafesul, do Espírito Santo.
Bolsa com material sustentável
Produzida pela Cooperárvore (Minas Gerais), referência em moda sustentável e economia celular, a partir de materiais reutilizáveis da indústria automobilística, como tecido automotivo e cintos de segurança.
Mel Flores da Caatinga Silvestre
Direto de Pernambuco, este mel é produzido por pequenos apicultores da Cooates, cooperativa que há 25 anos gera renda e desenvolvimento local e sustentável no interior do estado.
Capa de Almofada Ipê Roxo Bordada à Mão
Produto feito por mulheres bordadeiras da Cooperativa Bordana, de Goiás, com inspiração em uma das árvores nativas mais simbólicas do Cerrado.
Ração premium para gatos
Alimento equilibrado e de alta qualidade para gatos adultos de todas as raças, produzido pela Cooperja, cooperativa de Santa Catarina reconhecida pela sustentabilidade e responsabilidade social.
Notícias
18/12/2025
E se Emily in Paris fosse coop?
E se Emily in Paris fosse coop?
Acabou a espera para os fãs da série Emily in Paris! Estreia hoje (18/12) a quinta temporada da comédia romântica que se passa no cenário idílico de Paris e tem como protagonista Emily Cooper (Lily Collins). A produção da Netflix retrata uma jovem executiva de sucesso de Chicago que se estabelece em uma agência de comunicação na capital francesa após receber uma proposta de trabalho inesperada. Mas, e se essa história fosse coop?
Será que os desafios de adaptação na nova cidade, as grandes campanhas para marcas icônicas e as aventuras com amigos pela Cidade Luz seriam diferentes se a narrativa levasse em conta o cooperativismo? Separamos uma lista de reviravoltas se Emily in Paris fosse coop:
1- A agência Savoir seria uma cooperativa de trabalho
Na segunda temporada, a renomada agência Savoir, na qual Emily trabalha, começa a apresentar problemas financeiros devido à má gestão. Uma crise financeira se instaura e a empresa é adquirida por outra. Toda essa trama difícil poderia ser diferente se a Savoir se tornasse uma cooperativa de trabalho, com transparência contábil, resultados divididos igualmente entre todos os membros e gestão democrática.
Se a Savoir fosse coop, os colaboradores não estariam competindo entre si, mas trabalhando com base em valores como ajuda mútua, responsabilidade e solidariedade. Isso porque o cooperativismo promove o benefício coletivo, participação de todos nas decisões e prosperidade para cada cooperado.
Além disso, a agência poderia trabalhar em intercooperação com outras cooperativas, ampliando a participação no mercado, compartilhando tecnologia e oferecendo serviços mais competitivos.
2- Mindy teria conta em uma cooperativa de crédito
Melhor amiga de Emily na série, Mindy (Ashley Park) é uma herdeira que se recusou a assumir os negócios da família na China para viver o sonho de ser cantora em Paris e passa por muitos apertos financeiros para se manter na cidade. Se Emily in Paris fosse coop, Mindy poderia abrir uma conta em uma cooperativa de crédito para juntar as economias de seus trabalhos como artista de rua e ter acesso a produtos e serviços financeiros mais acessíveis.
Nas cooperativas de crédito, os clientes são, ao mesmo tempo, cooperados e donos do negócio, e podem receber uma participação nos resultados no fim de cada ano. Se Mindy fosse cooperada, também teria acesso a iniciativas de educação financeira para planejar seu futuro com mais estabilidade.
3- Emily divulgaria produtos cooperativistas
Se Emily in Paris fosse coop, com certeza seu campo de trabalho seria mais vasto porque ela poderia aprofundar relacionamento com marcas que carregam propósito, apoiam negócios locais, fortalecem pequenos agricultores e outras iniciativas que promovem a economia circular e a cooperação.
A principal estratégia de divulgação seria o carimbo SomosCoop, uma marca que identifica produtos e serviços cooperativistas, deixando claro para os consumidores diferenciais do cooperativismo como garantia de origem, responsabilidade social e compromisso com o meio ambiente.
4- Emily promoveria ações sustentáveis
Em vez do mercado de luxo, se Emily in Paris fosse coop, o foco seriam ações de consumo consciente, moda circular, energias renováveis e outras ações sustentáveis. Isso porque o cooperativismo é um modelo de negócios comprometido com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), uma série de metas da Organização das Nações Unidas (ONU) para construir um mundo mais justo e inclusivo.
A agência de Emily poderia consumir energia renovável produzida por cooperativas, contratar coops de gestão de resíduos e utilizar veículos de cooperativas de transporte comprometidas com a mobilidade sustentável.
5- O perfil de Emily nas redes sociais seria um case de sucesso do SomosCoop
Se Emily in Paris fosse coop, sua página no Instagram seria uma referência para o movimento SomosCoop. Ela poderia fazer publicações em collab com cooperativas, divulgaria a série SomosCoop na Estrada e o podcast PodCooperar e conquistaria milhões de seguidores, ampliando a mensagem do cooperativismo.
Com seu olhar criativo, Emily visitaria cooperativas para produzir conteúdos inovadores: bastidores da produção, histórias inspiradoras de cooperados e impacto das coops em suas comunidades. Seus posts mostrariam como o cooperativismo faz a diferença, seja em Paris ou em qualquer cidade do mundo.
Quer saber mais sobre o cooperativismo? Navegue no nosso site e escolha o coop!
Notícias
11/12/2025
O legado da COP30 e o que isso tem a ver com o coop
A COP30 terminou, mas o que aconteceu em Belém ainda está reverberando pelo país. E tem um motivo especial para isso: as cooperativas brasileiras mostraram ao mundo que é possível enfrentar a crise climática produzindo, preservando e cuidando das pessoas ao mesmo tempo.
Parece ambicioso? Talvez. Mas quem conhece o cooperativismo sabe que essa é a rotina diária de muita gente no campo, na cidade, na floresta, no transporte, na saúde, na reciclagem — em tantos lugares onde cooperar faz a diferença.
Durante duas semanas, o Pavilhão Coop, na Green Zone, virou um ponto de encontro de quem queria conhecer novas formas de viver e produzir de forma mais sustentável. Lá, milhares de visitantes puderam conversar com cooperados, experimentar produtos regionais, participar de oficinas e entender, de perto, como a cooperação transforma realidades. Teve desde degustação de chocolates amazônicos até demonstrações de energia renovável e agricultura que regenera a terra.
E o melhor: tudo isso sendo contado por quem faz. Gente que planta. Gente que recicla. Gente que cuida. Gente que transforma.
O mundo ouviu e prestou atenção
Na COP30, o cooperativismo esteve presente em todos os espaços: na Green Zone, na Agri Zone, na Blue Zone e até na Casa do Seguro. E isso não é detalhe. Significa que as cooperativas participaram de debates decisivos sobre como financiar a adaptação climática, como proteger comunidades de eventos extremos, como produzir com menos impacto e como recuperar áreas degradadas.
Um dos pontos mais comentados da conferência foi o reconhecimento de que a agricultura tropical - a que fazemos aqui - é parte fundamental da solução climática. E ninguém conhece essa agricultura como os produtores brasileiros, muitos deles organizados em cooperativas que já trabalham com práticas mais sustentáveis, como rotação de culturas, manejo responsável do solo, sistemas agroflorestais e recuperação de áreas.
Também houve avanços importantes em temas que afetam diretamente a vida das pessoas, como as novas diretrizes de transição justa, que tratam de garantir que mudanças econômicas e ambientais não deixem ninguém para trás, e o fortalecimento de políticas de adaptação, fundamentais para proteger comunidades vulneráveis às enchentes, secas, queimadas e outros eventos extremos.
Um legado que fica
A COP30 também marcou o encerramento do Ano Internacional das Cooperativas, com uma celebração emocionante no Pavilhão Coop. Foi um momento simbólico, que reuniu lideranças do Brasil e de outros países, e reforçou o que muitos já sabem na prática: quando as pessoas se unem, soluções aparecem.
E esse, talvez, seja o maior legado que Belém deixa.
Não se trata apenas de acordos, documentos ou metas globais. Trata-se de reconhecer que a mudança começa no território, nas comunidades, nas pessoas que acordam cedo para fazer a economia girar — e que fazem isso de forma coletiva, justa e sustentável.
Como disse Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB, órgão de representação máxima do cooperativismo no Brasil: “O cooperativismo mostra que é possível crescer sem deixar ninguém para trás. Que é possível produzir respeitando a natureza. Que é possível ter desenvolvimento com propósito. E isso é exatamente o que o mundo precisa agora.”
O futuro que a gente constrói junto
Os próximos anos prometem desafios e oportunidades. Novos financiamentos internacionais devem ajudar a impulsionar projetos de energia limpa, agricultura de baixo carbono, conservação, bioeconomia amazônica e inovação social. E as cooperativas, que já fazem tudo isso cotidianamente, ganham agora ainda mais espaço para crescer e inspirar o país.
Se a COP30 deixou um recado, ele é claro: cooperação é caminho e o Brasil já sabe trilhar esse caminho como poucos.
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