ESCOLHA CONSCIENTE,
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Mais do que produtos, o carimbo SomosCoop representa pessoas, cooperação e impacto real.
Dê o play e conheça quem está fortalecendo esse movimento.

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O nosso convite é para que você olhe com mais atenção para o que escolhe todos os dias.
Quando a escolha é consciente, ela fortalece pessoas, impulsiona comunidades e valoriza um jeito mais justo de fazer negócios.
É assim quando se escolhe o cooperativismo.

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Quando a escolha é consciente, ela fortalece pessoas, impulsiona comunidades e valoriza um jeito mais justo de fazer negócios.
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Encontrou o
carimbo SomosCoop?
BOA ESCOLHA!

Ele identifica produtos e serviços de cooperativas. Negócios que colocam pessoas no centro e impacto positivo no caminho.

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Sabia que o coop ainda
pode oferecer vantagens
para sua vida financeira?

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Conheça as cooperativas que transformam a sua região
O SomosCoop na Estrada percorreu o Brasil revelando histórias inspiradoras de cooperativas que transformam realidades todos os dias.
Agora, chegou a sua vez de conhecer quem está fazendo a diferença bem aí, perto de você.

Destaques
Dia da Igualdade Feminina: conheça 5 mulheres líderes do coop
Ter mais mulheres em cargos de gestão é vantajoso para as instituições, segundo pesquisa da consultoria Bain & Company. De acordo com o levantamento, organizações com mulheres na liderança geram até 15% a mais de resultados, com ganhos de inovação, engajamento interno, capacidade de retenção de talentos e desempenho financeiro. No cooperativismo, modelo de negócios que valoriza as pessoas, a diversidade de gênero também fortalece a governança e a capacidade das cooperativas de gerar impacto positivo nas comunidades em que estão inseridas. De acordo com o AnuárioCoop 2026, as mulheres são 20,3% dos dirigentes de cooperativas brasileiras, um percentual que ainda aponta desafios, mas que têm evoluído de forma contínua desde 2020. Em alguns setores de atuação do cooperativismo, como o ramo Trabalho, Produção de Bens e Serviços, elas já representam 47,6% das lideranças. No Dia Internacional da Igualdade Feminina, celebrado em 26 de agosto, conheça cinco mulheres que estão transformando o cooperativismo em um movimento mais representativo e diverso: Tania Zanella A presidente executiva do Sistema OCB – entidade de representação das cooperativas brasileiras – é a primeira mulher a ocupar este cargo. Em uma trajetória marcada pelo pioneirismo, também havia sido a primeira superintendente, gerente-geral e gerente de Relações Institucionais da organização. “Promover a liderança feminina não é apenas justiça social, mas uma estratégia de futuro para o cooperativismo”, afirma. Natural de Santa Catarina, Tania é advogada e tem ampla experiência em representação institucional. Listada pela revista Forbes como uma das 16 mulheres mais poderosas do Brasil, ela também preside o Instituto Pensar Agropecuário (IPA). Reconhecida por sua capacidade de gestão e articulação, Tania destaca a importância de abrir portas para que mais mulheres conquistem espaços de decisão no cooperativismo. “Não é apenas sobre a minha trajetória, é sobre o que ela simboliza. Quando uma mulher chega a um espaço de liderança, ela amplia o horizonte de possibilidades para muitas outras. A representatividade importa porque transforma expectativas e expectativas transformam realidades”. Heloísa Helena Lopes A vice-presidente da cooperativa de crédito Sicredi Pioneira foi a primeira brasileira a receber o reconhecimento internacional da Global Women 's Leadership Network (GWLN), iniciativa promovida pelo Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito (WOCCU). A líder cooperativista conta que se inspirou na força e coragem da mãe para conquistar espaços e posições ao longo de sua trajetória e que é preciso apoiar mais mulheres a fazer o mesmo, com capacitação e suporte.“Também é importante criar espaços onde mulheres possam trocar experiências com as outras, as cooperativas podem promover essa formação conjunta, esse espaço de desenvolvimento das mulheres”, sugere. Segundo Heloisa, a presença feminina na gestão se reflete nos resultados concretos, gerando negócios mais sustentáveis, guiados pela empatia e colaboração, valores que fortalecem a cultura cooperativista. “As mulheres têm uma visão de longo prazo, uma governança equilibrada, que são elementos essenciais para que a gente possa cada vez mais desenvolver as nossas cooperativas. Quando a gente fala em decisões complexas e diversas, sabemos que as mulheres trazem múltiplas perspectivas”. Tionilia Cristina de Souza Gomes Primeira mulher a integrar o Conselho de Administração da Cooperativa de Transportes Autônomos de Carga (Coopmetro), Tionilia começou no cooperativismo em 2009, acompanhando o marido em um caminhão de transporte de leite pelas rodovias de Minas Gerais. De lá para cá, se capacitou, conquistou espaço na liderança e tem trabalho para que mais mulheres também alcancem cargos de gestão. De 20 cooperadas mulheres em 2018, hoje a Coopmetro tem 600, um crescimento que orgulha Tionilia e a inspira a seguir atuando para fortalecer a participação feminina. Para esse avanço, segundo ela, é fundamental investir na educação e formação das mulheres que vão se tornar líderes dentro das suas cooperativas. “Temos que mostrar quem somos com resultados. Porque contra fatos não há argumentos. Se uma mulher mostra a capacidade e competência, isso é inquestionável na sua trajetória profissional”. Rosa Maria dos Santos de Souza “Quais portas podemos abrir dentro das cooperativas para as mulheres?” Essa reflexão tem guiado a trajetória da diretora da Cooperativa dos Cuidadores de Idosos e Doentes Dependentes (Coopidade), Rosa Maria dos Santos de Souza, há mais de 20 anos. Fundada em 1999, a Coopidade começou com 20 cooperados, em uma época de consolidação da profissão de cuidador de idosos, e hoje reúne 250 associados. Além de cargos de liderança em sua própria cooperativa, Rosa Maria atua pela inclusão de mais mulheres no cooperativismo do Rio de Janeiro, estimulando a formação de comitês de gênero e a formação de novas líderes. “Para garantir mais mulheres dentro do cooperativismo, os comitês são muito importantes, porque é onde a gente se sente com mais energia. São espaços fundamentais, onde elas têm seu trabalho valorizado e levam essa motivação para dentro das suas cooperativas”. Valdirene dos Santos Oliveira A presidente da Ser do Sertão, da Bahia, se orgulha de liderar uma cooperativa fundada por mulheres e que, desde o começo, valoriza a participação feminina nos espaços de decisão. “Criamos uma estrutura e mecanismos para garantir a paridade de gênero tanto no Conselho Fiscal como no Conselho de Administração, está no estatuto”, explica Valdirene. Segundo ela, liderar uma cooperativa agropecuária – setor em que os homens são maioria entre os gestores – é uma quebra de paradigma e uma missão que vem acompanhada da responsabilidade de abrir caminho para outras mulheres. “A presença feminina transforma tanto o ambiente de trabalho como o resultado dentro da equipe. Nós defendemos que a mulher tenha seu espaço e condições para gerar esse impacto”, afirma. O caminho para isso, de acordo com Valdirene, é a capacitação. “Não basta só dizer que a mulher tem que estar à frente da cooperativa, a gente tem que se mover para isso. As cooperativas que têm mulheres à frente se tornaram um negócios mais preparados para o mercado”.
Jovens e o coop: por que as novas gerações escolhem cooperar
De capivara a mini urna eletrônica: conheça mascotes do cooperativismo
Dia dos Pais: o que o cooperativismo ensina sobre a paternidade
Pra quem é o cooperativismo?
O cooperativismo é para quem se preocupa com o desenvolvimento sustentável e busca uma sociedade mais justa e com melhores oportunidades para todos. Escolher o cooperativismo é escolher um modelo de negócios que traz vantagens para toda comunidade.

Confira abaixo
Pra quem compra
Produtos e serviços de qualidade, com preço justo e responsabilidade socioambiental, que colaboram para um ciclo virtuoso de desenvolvimento local.
Pra quem busca trabalho
Trabalhar em uma cooperativa é estar em um ambiente de desenvolvimento mútuo e cooperação, atuando com propósito.
Pra quem busca empreender coletivamente
Todas as pessoas que são cooperadas são donas do negócio, participam democraticamente das decisões e têm direito à participação nos resultados da cooperativa.





