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Mais do que produtos, o carimbo SomosCoop representa pessoas, cooperação e impacto real.
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ESCOLHA CONSCIENTE,
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O nosso convite é para que você olhe com mais atenção para o que escolhe todos os dias.
Quando a escolha é consciente, ela fortalece pessoas, impulsiona comunidades e valoriza um jeito mais justo de fazer negócios.
É assim quando se escolhe o cooperativismo.

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Encontrou o
carimbo SomosCoop?
BOA ESCOLHA!

Ele identifica produtos e serviços de cooperativas. Negócios que colocam pessoas no centro e impacto positivo no caminho.

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Sabia que o coop ainda
pode oferecer vantagens
para sua vida financeira?

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Conheça as cooperativas que transformam a sua região
O SomosCoop na Estrada percorreu o Brasil revelando histórias inspiradoras de cooperativas que transformam realidades todos os dias.
Agora, chegou a sua vez de conhecer quem está fazendo a diferença bem aí, perto de você.

Destaques
Cooperativa ajuda a transformar região em polo agrícola no DF
O cooperativismo abre caminhos onde, à primeira vista, há poucas possibilidades. Foi assim no Distrito Federal, onde, na década de 1970, uma cooperativa agropecuária começou a semear lavouras em uma área de Cerrado até então inóspita. Tudo começou em 1978, um ano após a criação do Plano de Assentamento Dirigido do Distrito Federal (PAD-DF), uma estratégia do governo local para atrair produtores rurais de outras regiões do país, principalmente do Sul, com tradição agrícola e mentalidade cooperativista. A ideia era criar um cinturão verde que garantisse alimentos frescos e com preços justos para a população da capital fundada há menos de 20 anos. A realidade, no entanto, era mais dura que a promessa. Os primeiros colonos chegaram ao PAD-DF e se depararam com a terra árida e a falta de infraestrutura em uma área de difícil acesso a 55 quilômetros de Brasília. Diante das dificuldades de começar a produzir, decidiram fundar a Cooperativa Agropecuária da Região do Distrito Federal (Coopa-DF) para, coletivamente, garantir acesso a insumos e organizar a produção do que conseguissem plantar. A família de Leandro Maldaner, que vivia no interior do Rio Grande do Sul, chegou ao PAD-DF seis anos depois, em 1984, atraída pela possibilidade de recomeçar a vida em um pedaço de terra próprio. Viajaram mais de 2 mil quilômetros em um caminhão, trazendo cachorros e galinhas, e se instalaram em um galpão de madeira com teto de lona. “A primeira coisa que meu pai fez ao chegar por aqui foi procurar uma cooperativa, era o que ele queria. Eu costumo dizer que a cooperativa é igual ao ser humano: cresce nas dificuldades. A gente aprende, se fortalece e vai crescendo com aquilo que enfrenta. A cooperativa é assim também, é união, é crescer junto”, explica Maldaner, hoje vice-presidente da Coopa-DF. Semente de futuro Segundo Maldaner, nos primeiros anos, os cooperados plantavam arroz e, posteriormente, soja. A produção de sementes também ganhou espaço e chegou a abastecer outros estados, como Mato Grosso. Com os resultados, a cooperativa abriu filiais em Unaí, Formosa, Cristalina, Luziânia e Padre Bernardo. Mas a expansão trouxe problemas de comunicação, gestão e finanças e as unidades acabaram sendo desmembradas e se tornaram organizações independentes. “Nossa cooperativa teve dificuldade financeira para administrar isso. Ela fornecia os insumos e comprava uma grande quantidade da produção, mas os preços caíram na época. Com isso, a cooperativa entrou em dificuldade financeira”, relata Maldaner. O engenheiro agrônomo e cooperado Cláudio Malinski chegou à região em 1980 e acompanhou parte dessas mudanças. Ele passou por diferentes funções na cooperativa, integrou a diretoria e atualmente integra o Conselho Fiscal. “Eu tive a felicidade de estar presente tanto nos momentos difíceis como nos momentos em que a cooperativa se recuperou”, afirma. Apesar dos obstáculos enfrentados nessa época, Malinski afirma que a Coopa-DF atingiu seu principal objetivo: apoiar os produtores a alcançar resultados que não conquistariam sozinhos. “A cooperativa não cresceu tanto quanto poderia em patrimônio, mas permitiu que os associados crescessem muito”, compara. A chegada do trigo Ao longo de sua trajetória, a Coopa-DF também precisou encontrar novas alternativas para os produtores. Ainda na década de 1980, com a expansão da irrigação, a produção de soja dividiu espaço com ervilha e feijão. O avanço da agricultura, no entanto, trouxe problemas para o solo. Foi então que o trigo surgiu como alternativa, por ser uma cultura que protege a superfície contra a erosão, melhora a estrutura da terra e ajuda na ciclagem de nutrientes para as safras seguintes. Os produtores começaram a cultivar o cereal, mas logo encontraram outro obstáculo: não havia mercado para a produção. A saída foi investir na industrialização e, em 1994, os cooperados aprovaram, em assembleia, a construção da indústria de trigo da cooperativa. A nova infraestrutura exigiu investimentos em pesquisa e tecnologia. O trigo produzido no Cerrado ainda precisava alcançar a qualidade exigida pela indústria para competir com a matéria-prima importada. Era necessário adaptar as variedades às condições de solo e clima da região. “Graças ao trabalho da Embrapa [Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária] junto com o departamento técnico da cooperativa, desenvolveram variedades e conseguiram um trigo de excelente qualidade aqui, no Cerrado”, conta Maldaner. A produção passou a abastecer a própria indústria e deu origem à farinha de trigo Buriti. Colhendo resultados O trigo também fortaleceu outra vocação da região: as sementes. Segundo Maldaner, a altitude da região – que está 1.000 metros acima do nível do mar – favorece o cultivo de sementes de trigo, milho e soja e contribuiu para consolidar a área como polo produtor. Para Cláudio Malinski, as vantagens do cooperativismo aparecem na rotina da lavoura. Na propriedade dele, há unidade de secagem, beneficiamento e classificação de grãos, uma estrutura que não se sustentaria sozinha. “Numa pequena propriedade, é inviável. Por meio do cooperativismo, eu consigo ter acesso a isso”, explica. Essa lógica também vale para a comercialização da safra, segundo ele. “A cooperativa permite ao produtor negociar a produção antecipadamente, acessar mercados e comprar insumos em maior volume. Individualmente, na minha pequena propriedade, eu não conseguiria”. Além disso, o cooperado afirma que a cooperativa possibilitou viagens, contato com pesquisadores e instituições de pesquisa e acesso a novos conhecimentos, que ele levou posteriormente aos produtores da coop. Vitrine do coop do Cerrado Em 2008, a Coopa-DF ajudou a criar a AgroBrasília, feira de tecnologia e negócios voltada a empreendedores rurais de todos os portes e segmentos. Hoje, a cooperativa participa da gestão do evento, que reúne produtores, empresas e instituições de pesquisa e recebe, em média, de 150 mil a 180 mil visitantes por edição. Segundo Leandro Maldaner, o alcance da feira vai além do campo. “A gente alavanca a economia da região toda. Turismo, transporte, alimentação, hotelaria e muita gente envolvida no evento”, afirma. A feira também apresenta o setor às novas gerações. Pelo projeto Caminho das Escolas, realizado com apoio do Sicoob, a Coopa-DF leva estudantes da rede pública da região para conhecer as novidades do campo e os princípios do cooperativismo. A parceria se estende ao longo do ano, com o apoio a eventos culturais nas escolas e doação de farinha Buriti e outros produtos para a merenda dos alunos.
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Eleições 2026: voto consciente fortalece o cooperativismo
Cooperativa paulista é maior centro logístico de flores do país
Pra quem é o cooperativismo?
O cooperativismo é para quem se preocupa com o desenvolvimento sustentável e busca uma sociedade mais justa e com melhores oportunidades para todos. Escolher o cooperativismo é escolher um modelo de negócios que traz vantagens para toda comunidade.

Confira abaixo
Pra quem compra
Produtos e serviços de qualidade, com preço justo e responsabilidade socioambiental, que colaboram para um ciclo virtuoso de desenvolvimento local.
Pra quem busca trabalho
Trabalhar em uma cooperativa é estar em um ambiente de desenvolvimento mútuo e cooperação, atuando com propósito.
Pra quem busca empreender coletivamente
Todas as pessoas que são cooperadas são donas do negócio, participam democraticamente das decisões e têm direito à participação nos resultados da cooperativa.





